segunda-feira, 19 de outubro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Passando certo dia num local que não lembro, olhando para o chão, deparei-me com um ranco de uma flor chamada "sardinheira". Pensei e logo resolvi levá-la para casa, e, com ela, não fiz uma vaso,não fiz dois,não fiz três, mas sim quatro vasos.
Encanta-me olhar estas singelas flores e que se eu não apanhasse aquele ranco que foi jogado fora, hoje não as teria enfeitando a minha casa...
Ainda bem que por lá passei!
domingo, 9 de agosto de 2009
Mais um desabafo!
Hoje sinto-me mergulhada num vale de lágrimas, que caiem pelo meu rosto como se fosse fogo. Sinto a pele a queimar o coração a tremer de dor...e logo eu, que sou movida à alegria, que rio por tudo e por nada, que gosto,apesar dos pesares, da vida e, que tenho sempre uma palavra encorajadora para com os outros?! Chego a não entender nada!!!
Tenho o meu marido que tem a doença de "ALZHEIMER" portanto, acho que, o que escrevi, retrata bem o que vai na minha mente e no meu coração.
ESPERANÇA E FORÇA é o que terei de ter. E "DEUS" certamente não se vai esquecer de mim e de todos nós!
Nunca agradeci às pessoas que têm a gentileza de visitar o meu tão pobrezinho Blog.
Obrigada a todos pelo carinho e já agora, façam-me o favor de o continuar a visitar!Ok?
Beijos
Tenho o meu marido que tem a doença de "ALZHEIMER" portanto, acho que, o que escrevi, retrata bem o que vai na minha mente e no meu coração.
ESPERANÇA E FORÇA é o que terei de ter. E "DEUS" certamente não se vai esquecer de mim e de todos nós!
Nunca agradeci às pessoas que têm a gentileza de visitar o meu tão pobrezinho Blog.
Obrigada a todos pelo carinho e já agora, façam-me o favor de o continuar a visitar!Ok?
Beijos
quinta-feira, 18 de junho de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
A Pilita Alentejana
Rija, enquanto durou.
Agora q'amolengou
e antes q'a morda a cobra,
Vou atá-la c'uma corda
Pra ela nã me fugiri.
Preciso da sacudiri,
Leva tempo pá'cordari
Já nem se sabe esticari.
Más lenta q'um caracoli,
Enrola-se-me no lençoli.
Ninguém a tira dali,
Já só dá em preguiçari.
Nada a faz alevantari
E já nã dá com o monti,
Nem água bebe na fonti.
Que bich'é que lhe mordeu?
Parece defunta, morreu.
Deu-lhe p'ra enjoari,
Nem lh'apetece cheirari.
Jovem, metia inveja.
Com más gás q'uma cerveja,
Sempre pronta p'ra brincari.
Cu diga a minha Maria,
Era de nôte e de dia.
Até as mulheres da vila,
Marcavam lugar na fila,
P'ra eu lha poder mostrari !
Uma moura a trabalhari,
Motivo do mê orgulho.
Fazia cá um barulho !
Entrava pelos quintais,
Inté espantava os animais.
Eram duas, três e quatro,
Da cozinha até ao quarto
E até debaixo da cama.
Esta bicha tinha fama.
Punha tudo em alvoroço,
Desde o mê tempo de moço.
A idade nã perdoa,
Acabô-se a vida boa !
Depois de tanto caçari,
Já merece descansari.
Contava já mê avô:
"Niuma rata lhe escapou !"
É o sangui das gerações.
Mas nada de confusões,
Pois esta estória aqui escrita,
É da minha gata, a Pilita !
Enviada pela minha amiga Iolanda
Rija, enquanto durou.
Agora q'amolengou
e antes q'a morda a cobra,
Vou atá-la c'uma corda
Pra ela nã me fugiri.
Preciso da sacudiri,
Leva tempo pá'cordari
Já nem se sabe esticari.
Más lenta q'um caracoli,
Enrola-se-me no lençoli.
Ninguém a tira dali,
Já só dá em preguiçari.
Nada a faz alevantari
E já nã dá com o monti,
Nem água bebe na fonti.
Que bich'é que lhe mordeu?
Parece defunta, morreu.
Deu-lhe p'ra enjoari,
Nem lh'apetece cheirari.
Jovem, metia inveja.
Com más gás q'uma cerveja,
Sempre pronta p'ra brincari.
Cu diga a minha Maria,
Era de nôte e de dia.
Até as mulheres da vila,
Marcavam lugar na fila,
P'ra eu lha poder mostrari !
Uma moura a trabalhari,
Motivo do mê orgulho.
Fazia cá um barulho !
Entrava pelos quintais,
Inté espantava os animais.
Eram duas, três e quatro,
Da cozinha até ao quarto
E até debaixo da cama.
Esta bicha tinha fama.
Punha tudo em alvoroço,
Desde o mê tempo de moço.
A idade nã perdoa,
Acabô-se a vida boa !
Depois de tanto caçari,
Já merece descansari.
Contava já mê avô:
"Niuma rata lhe escapou !"
É o sangui das gerações.
Mas nada de confusões,
Pois esta estória aqui escrita,
É da minha gata, a Pilita !
Enviada pela minha amiga Iolanda
domingo, 17 de maio de 2009
> PECADO É PECADO...
>
> Um Lisboeta, trabalhando no duro, suado, fato e gravata, vê um
> Alentejano deitado numa rede, na maior folga.
> O Lisboeta não resiste e diz:
> -Você sabia que a preguiça é um dos sete pecados capitais?
> E, o Alentejano, sem nem se mexer, responde:
>
> - A inveja também!!!
>
Enviada pela minha amiga Deolinda.
>
> Um Lisboeta, trabalhando no duro, suado, fato e gravata, vê um
> Alentejano deitado numa rede, na maior folga.
> O Lisboeta não resiste e diz:
> -Você sabia que a preguiça é um dos sete pecados capitais?
> E, o Alentejano, sem nem se mexer, responde:
>
> - A inveja também!!!
>
Enviada pela minha amiga Deolinda.
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